Por Akracia – Fenikso Nigra Você acorda cedo. Pega o ônibus. Trabalha oito horas, dez, às vezes mais. Recebe no final do mês um valor que já estava decidido antes mesmo de você aparecer no primeiro dia. Ninguém perguntou se
Sozinho você não negocia


Por Akracia – Fenikso Nigra Você acorda cedo. Pega o ônibus. Trabalha oito horas, dez, às vezes mais. Recebe no final do mês um valor que já estava decidido antes mesmo de você aparecer no primeiro dia. Ninguém perguntou se

Por Akracia – Fenikso Nigra Comunicação é campo de batalha. Estado e capital controlam meios massivos de produção de realidade: jornais, TVs, algoritmos, redes sociais. Anarquismo sempre respondeu com propaganda, agitação e contrainformação. Mas formas variam enormemente conforme contexto e

Por Akracia – Fenikso Nigra Economia solidária é frequentemente acusada de reformismo. A crítica diz: cooperativas, bancos comunitários e circuitos de troca alternativos não destroem capitalismo, apenas criam nichos paralelos que o sistema tolera ou até incentiva. Pior: podem iludir

Por Akracia – Fenikso Nigra Individualismo anarquista é frequentemente confundido com egoísmo liberal ou desprezo pelas pessoas. Essa confusão não surge do nada: existem, sim, vertentes “individualistas” que reproduzem isolamento, elitismo e indiferença — coisas incompatíveis com qualquer projeto libertário

Por Akracia – Fenikso Nigra Quando dizemos que “a política nunca muda”, estamos descrevendo a natureza do Estado, não os limites da transformação social. O Estado é, por definição, uma máquina de conservação — mas o erro está em acreditar

Este número nasce de uma constatação simples e incômoda: o Estado nunca deixou de ser colonial. Muda a bandeira, muda o discurso, muda o partido no governo — mas a lógica permanece. Da Índia ao Abya Yala, o que vemos

Anarquia começa quando você percebe que ninguém nasce para mandar nem para obedecer. Começa no instante em que a pergunta surge: por que decidem por nós, se somos nós que vivemos as consequências? Não é o desejo do caos, mas

A ação direta é um vento que não pede permissão às portas fechadas. Ela sopra quando a injustiça se faz pesada demais para os pulmões das pessoas. Não espera calendários nem discursos: nasce do corpo cansado, da mão que treme

Sem recursos, não há revolução! Por Don Diego de la Vega, Liza — Plataforma Anarquista de Madrid No âmbito da luta revolucionária anarquista, a questão econômica não pode mais permanecer relegada a uma nota de rodapé. A economia não é

Todos os anos, as pessoas exibem flores de papoula no Dia do Soldado Desconhecido, um símbolo daquelas pessoas que foram enviadas para lutar e morrer pelos interesses dos poderosos. Mas as papoulas são uma lembrança dos túmulos – da morte.