Em 2014, foi dada a idéia de criar uma publicação mais visual, objetiva e direta. Surgiu o formato A-Info Papo Reto em agosto daquele ano. É só copiar e distribuir!!! Clique na imagem para acesso ao PDF. Confira!
A-Info Papo Reto Agosto/2014 – 01


Em 2014, foi dada a idéia de criar uma publicação mais visual, objetiva e direta. Surgiu o formato A-Info Papo Reto em agosto daquele ano. É só copiar e distribuir!!! Clique na imagem para acesso ao PDF. Confira!

Em outubro de 2011, a união anarquista Fenikso Nigra lançou o boletim informativo (((A)))Info, com conteúdo de promoção da anarquia, de livre divulgação e aberto a todas as interessadas para participar. Colocaremos todas as edições para todas acessarem, divulgarem, copiarem

O Estado, como já disse, é, pelo seu próprio princípio: um imenso cemitério onde vêm sacrificar-se, morrer enterrar-se todas as manifestações da vida individual e local, todos os interesses parciais de cujo conjunto deriva a sociedade. É o altar onde

Todas as pessoas e grupos das mais variadas formas e nomes, procuram de alguma forma preservar, manter aquilo que lhe é útil e importante. Todas as experiências, vivências e convivências estão sujeitas a algum tipo de registro e com o

Sim, estamos envolvidas, querendo ou não no processo de alterações nas relações de trabalho que serão referências para as próximas décadas e afetarão diretamente nossa gente e as futuras gerações que serão submetidas as propostas indecentes de trabalho e serão

A máxima fundamental, na luta contra os exploradores do trabalho, é que: a emancipação dos trabalhadores há de ser obra dos mesmos trabalhadores. Não devem confiar, portanto, a sua libertação a braços alheios, sobretudo aos dos seus opressores. Votar, para um trabalhador, é crime e contra o voto obrigatório devem erguer eficaz protesto, praticando a greve do voto.

Cabe a nossa luta ser levada a sério nesse conflito de grupos contraditórios e nos organizarmos para não sofrermos as pressões de esquerdas e direitas autoritárias. Contra elas, o remédio é resistência combativa, mantida por nossa prática anarquista a muito tempo. E que vão cheirar os orifícios anais em outros lugares!

Quando a angustia lhe pesar o peito e ao redor sobre as moscas, parasitas e a imobilidade latente das pessoas derrotadas, de uma cinza apática surge a fênix, a anarquia é luta, é resistência, é o levantar o tom, é indomável, é o grito de todas as pessoas oprimidas e exploradas. É remédio para o tédio, é remédio para depressão, é remédio para ansiedade. Anarquia é o fim dos tempos de opressão e exploração e de quem defende a manutenção da morte.

Se esta pequena explanação tenha de alguma feito sentido a quem a leu, o resumo é que não devemos ficar apenas inconformadas pelas veredas virtuais, mas realizar muito mais ações nos ambientes reais de nossa vida cotidiana, onde se urge ações críticas tanto de calibre individual como de magnitude coletiva.

O que estamos marcando aqui é o fato de que um rompimento social revolucinário de perfil anarquico está diretamente associado a uma construção da cultura social popular pelas pessoas oprimidas e exploradas em busca de sua emancipação geral. Esse protagonismo não poderá ser tirado ou apagado por qualquer usurpação dos partidos, das acadêmias, dos Estados, das patronais ou qualquer pretensão de tirania.