
Tomamos a iniciativa de uma série sobre eleição e o voto nulo. De dois em dois anos, somos alvo de um bombardeio midiático e político que apresenta esse processo como um dos mais lícitos do mundo, a tal festa da democracia propagada aos quatro ventos, colocando grupos de políticos que, na maior parte dos casos, são de idoneidade duvidosa. Passada a eleição, ao assumirem as obrigações do cargo, correm a atender as demandas das elites patronais, empresariais, banqueiras e latifundiárias. Atendendo essas demandas, não sobra quase nada para a população explorada e oprimida. E a parte mais lamentável é que ambos os polos do espectro político, direita e esquerda institucional, mantêm essa estrutura funcionando, uma vez que são quem está em cima pressionando quem está embaixo.
Mas há como romper com isso, de forma que nossa gente tenha suas demandas atendidas: pela tomada do protagonismo de forma direta, através de autogestão sem partidos e sem políticos profissionais. É aí que entra a presente série, do voto nulo como manifestação de insatisfação até a ação direta pelo que precisamos, sem representantes distantes das nossas necessidades ou que se aproveitem delas para se beneficiar. Já basta!
Na luta somos pessoas dignas e livres!
Textos da série
