Por Expressões Anarquistas – Fenikso Nigra A cada dois anos, a mesma cena se repete. Microfones, caminhões de som, promessas de emprego, saúde, segurança. Quem está em campanha ajoelha-se para beijar crianças, cumprimenta comerciante, jura que desta vez será diferente.
A ladainha das urnas: por que o voto não muda o que importa










