Por Akracia – Fenikso Nigra Há um ritual que se repete a cada dois anos no Brasil com a regularidade de um calendário agrícola. As ruas se enchem de bandeiras coloridas, os muros se cobrem de nomes e números, as
A emancipação que o voto não dá!


Por Akracia – Fenikso Nigra Há um ritual que se repete a cada dois anos no Brasil com a regularidade de um calendário agrícola. As ruas se enchem de bandeiras coloridas, os muros se cobrem de nomes e números, as

Por FOB A cada dois anos, o mesmo ritual se repete. Palanques, jingles, promessas recicladas, coligações que ontem se acusavam de corrupção e hoje dividem o mesmo palco. Somos convocados a depositar, numa urna, a expectativa de mudar nossas vidas

Por Akracia – Fenikso Nigra Talvez um camponês possa nos explicar por que as mulheres se desviam do caminho que lhes foi traçado. Mas, se existe neste planeta algum psicólogo capaz de explicar por que homens considerados sensatos abandonam subitamente

Por Expressões Anarquistas – Fenikso Nigra Amanhã a urna fecha. E depois? As urnas e seus votos eletrônicos serão contados, os vencedores proclamados, os derrotados lamentarão ou fingirão lamentar. A máquina eleitoral, que devorou meses de atenção coletiva, engolirá a

Por LoBo – Fenikso Nigra Nas eleições brasileiras algo tem se repetido: uma pesquisa é divulgada, um candidato aparece na frente e, quase imediatamente, começa a corrida para o seu lado. Não necessariamente porque alguém tenha mudado de ideia sobre

Por LoBo – Fenikso Nigra Chega de entregar a outros aquilo que pertence a todos. Durante séculos nos ensinaram a obedecer. Disseram que alguns nasceram para mandar e outros para cumprir ordem; que precisamos de governante para pensar por nós,

Por Expressões Anarquistas – Fenikso Nigra Nenhuma lei surgiu como presente de candidato. A jornada de oito horas, o direito de greve, o fim do trabalho infantil nas fábricas — nada disso nasceu da generosidade de quem assina decretos. Foi

Por Akracia – Fenikso Nigra A cada ciclo eleitoral, as ruas se enchem de bandeiras, carros de som e promessas de transformação. Candidatos de todos os matizes juram que, desta vez, a mudança será real. E, a cada ciclo, a

Por Expressões Anarquistas – Fenikso Nigra O cartaz colado às três da manhã não pede voto. Não tem número de candidato, não tem data de convenção, não tem promessa de emprego. Tem apenas uma pergunta rabiscada com tinta que escorreu

Por Expressões Anarquistas – Fenikso Nigra O saldo destas eleições, como das anteriores, é a confirmação de uma velha realidade: o cidadão desaparece no instante em que confirma seu voto. Até aquele momento, é cortejado, convencido, disputado. Depois, entrega a