Anarquia começa quando você percebe que ninguém nasce para mandar nem para obedecer. Começa no instante em que a pergunta surge: por que decidem por nós, se somos nós que vivemos as consequências? Não é o desejo do caos, mas
Anarquize-se!


Anarquia começa quando você percebe que ninguém nasce para mandar nem para obedecer. Começa no instante em que a pergunta surge: por que decidem por nós, se somos nós que vivemos as consequências? Não é o desejo do caos, mas

A política administrativa brasileira, quando observada a partir da crítica social (sem maquiagens ideológicas) revela-se menos como um instrumento neutro de organização coletiva e mais como um mecanismo histórico de controle, exclusão e reprodução das desigualdades que marcam a formação

A ação direta é um vento que não pede permissão às portas fechadas. Ela sopra quando a injustiça se faz pesada demais para os pulmões das pessoas. Não espera calendários nem discursos: nasce do corpo cansado, da mão que treme

No contexto urbano e rural, uma estratégia anarquista de base sintetista precisa ser ofensiva politicamente, dura contra o Estado e o capital, mas inteligente o suficiente para não cair em vanguardismo nem em ações isoladas que não acumulam força social.

La moderna mondo starigis altaron al varoj kaj postulis, ke ni surgenuiĝu antaŭ ili — tamen estas tiuj, kiuj ankoraŭ marŝas rekte. Estas tiuj, kiuj vidas, malantaŭ la lumigitaj butikfenestroj, la malsatan ombron de sistemo, kiu konsumas nin dum ĝi

Ĉi tiu materialo argumentas, ke nuntempa sudamerika anarkiismo ne estas politika alternativo: ĝi estas rekta akuzo, malkaŝo kaj totala rompo kun la ŝtata farso, kiu dominis la kontinenton dum du jarcentoj. La novliberala ŝtato detruas; la progresema ŝtato administras la

O anarcosindicalismo não pede passagem porque não reconhece a estrada. Ele surge como um grito rouco no meio do turno, como a recusa seca diante da ordem injusta, como a decisão coletiva de parar a máquina que nos mói. No

O mundo moderno ergueu um altar às mercadorias e exigiu que ajoelhássemos diante delas — mas há quem ainda caminhe ereto. Há quem enxergue, por trás das vitrines iluminadas, a sombra faminta de um sistema que nos consome enquanto sorri.

Este material sustenta que o anarquismo sul-americano contemporâneo não é uma alternativa política: é uma acusação direta, um desmascaramento e uma ruptura total com a farsa estatal que domina o continente há dois séculos. O Estado neoliberal destrói; o Estado

O consumo massivo de carne de origem animal, embora profundamente enraizado na cultura alimentar contemporânea, revela-se cada vez mais incompatível com as exigências ambientais, econômicas e sanitárias das grandes sociedades modernas. A expansão demográfica, aliada ao avanço tecnológico e ao