Por ICN – Fenikso Nigra

Estou aqui a escrever sobre essa construção da humanidade: Inteligência Artificial. Um fenômeno tecnológico impressionante, resultado de gerações e gerações de aprimoramento científico. A capacidade da humanidade, quando unida em prol de um objetivo é impressionante!

Em muitos casos, objetivos nem tão nobres assim motivaram avanços impressionantes, como a corrida espacial, que gerou muitas tecnologias que usamos em nosso dia a dia. Outra coisa que fez avançar muito a humanidade em questões de recursos e melhorias significativas, são as guerras, que embora causem enormes destruições, várias tecnologias criadas para guerra, se tornaram elementos importantes em nosso dia a dia também.

Olhando para IAs, elas são produtos humanos, alimentadas por conhecimento humano e gera também mais conhecimento humano.
Sim, é isso mesmo!

Ao olharmos ao monitor não parece, mas toda a estrutura para fazer as IAs funcionarem é humana e elas só existem para atender as demandas humanas. Somos nós que as controlamos, ao menos, quando digo nós, indico todas as pessoas que pensam realmente para além de solicitar qualquer tarefa corriqueira para IA. Não, ela tem a possibilidade de processar bancos de dados que nem em milhares de anos, uma pessoa conseguiria, e isso é entregue em uma pequena fração de tempo.

Isso é extraordinário, considerando que milhões de pessoas que usam IA nem sequer sabem direito como funciona e o que é eletricidade, corrente ACDC, transistores, chips … Não faz a mínima idéia como a informação que clica no browser é processada e retorna para ela, mostrando um blusinha ou qualquer objeto de desejo.

Vivemos uma grande revolução na forma como entendemos o mundo, porque com o poder das IAs, podemos avançar muito rápido e mais profundamente sobre questões que necessitavam uma demanda enorme de energia e conhecimento. As IAs nos abrem um horizonte de possibilidades impressionantes, mas não podemos ser ingênuos! Podemos também estar vivenciando um pesadelo porque existe a grande possibilidade pela ignorância humana de ver nas IAs não um produto humano, mas algo externo, uma entidade que algum momento possa a vir ter vida própria, e com isso torna-las novas “divindades” assim como as antigas, sempre criações humanas a quais a humanidade se curva, menosprezando a própria capacidade de agir e pensar.

Inteligência Artificial, expressão da humanidade.
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