No fundo de uma cela, numa das mais famosas prisões cubanas, se encontra um militante anarco-sindicalista que acredita ter sido esquecido para sempre. Angel Donato Martinez é um dos poucos membros que restam do GRUPO ZAPATA, um coletivo anarco-sindicalista que
A “nova” mulher brasileira

Soprando em todas as direções os ventos da liberdade, também agitou a mulher brasileira. Muitas vêem nas manifestações pró-liberdade sexual uma conquista importante, tão importante que constituíram grupos feministas de contestação aos chamados “machões”, e reivindicam direitos de todas as
Os fins e os meios

Não me surpreendeu nem um pouco, quando um amigo veio, indignado, comentar que nos protestos a favor da Dilma e do PT, a CUT estava pagando pessoas para comparecerem as ruas defendendo suas bandeiras. A prática, que não é uma
“Estou ficando louca?”
Você já entrou numa discussão com toda a certeza de que tinha razão e saiu dela se desculpando, com uma sensação estranha de confusão, de que o mundo tinha virado do avesso? Eu nunca pensei, quando ingressei no serviço público
As mulheres na Comuna de Paris
Existem datas que se perpetuam! A Comuna de Paris é uma delas, das mais empolgantes no calendário histórico-político-social que a humanidade registrou. Produto de uma sementeira libertária de longa data, ganhou raízes, começou a germinar entre pessoas operárias e intelectuais,
Votar é a morte da livre participação social

O processo eleitoral é um assassinato sistemático dos direitos políticos das pessoas e da sociedade, principalmente das pessoas oprimidas e exploradas que não estejam organizadas em grupos clientelistas, que é a forma corriqueira de envolvimento na política corrupta brasileira. As
Bandeira Preta
“Pavilhão” dos anarquistas Em julho de 1830 a bandeira preta flutuou pela primeira vez num edificio publico: a Camara Municipal de Paris. Pouco depois, os predreiros de Reims inscrevem nas pregas da bandeira preta, os dizeres: “Trabalho ou Morte”. No
Insurgência!
Individualmente somos fortes, mas unidos somos invencíveis! Vivemos uma luta injusta, com regras que não fizemos e que não podemos escolher. Não escolhemos a miséria, mas ela à nós se apresenta, em toda a sua face cruel e terrível, e
Em memória de nossas pessoas mártires, continuemos a luta!
Estamos vivendo uma guerra, uma guerra de classes sociais antagônicas! O Estado nega isso, os grupos dominantes negam isso, nossa gente não tem claro isso e nem sabe direito, não tem consciência à qual grupo faz parte e o porque
O vandalismo do poder

Há muito somos roubadas, saqueadas, violentadas pelas forças poderosas, pelas opressoras e exploradoras. O vandalismo está nas filas diárias por remédios, por transporte, por habitação, por educação. Nossa população sofre a décadas desse vandalismo silencioso que dilapida nosso produção, nossas
