Há muito somos roubadas, saqueadas, violentadas pelas forças poderosas, pelas opressoras e exploradoras.

O vandalismo está nas filas diárias por remédios, por transporte, por habitação, por educação.

Nossa população sofre a décadas desse vandalismo silencioso que dilapida nosso produção, nossas riquezas, mas por esses “vândalos” estarem no poder, por poderem legislar e executar em causa própria, o povo até agora não conseguia externar sua insatisfação com as pessoas parasitas de partidos, empresárias, banqueiras, latifundiárias, corporações nacionais e internacionais, em suma, toda a corja de bandidas que se escondem no modelo capitalista com seu Estado mercenário.

O basta veio e tomou as ruas em gritos de fora todas essas parasitas, mais que isso, atacam símbolos do poder econômico das grandes corporações.

Como espelho dos grandes ladrões empresariais, partidários e afins, roubam e saqueiam lojas. Mas se entendermos que a produção deve atender as demandas do povo e não a ganância, ambição e cobiça das exploradoras e opressoras, esses atos são de recuperação de patrimônio roubado pois essas riquezas foram produzidas por esforço coletivo e deve ser dispostas ao coletivo de forma aberta.

Sabemos bem que muitas ali não entendem o que estão fazendo, ou melhor, a coisa é simples: estão aproveitando a oportunidade e se fazendo ladra, fazendo com que as poderosas, temerosas de uma concorrência, mande sua “gente da lei” reprimir e prender tais “arruaceiras”.

Nossa história é marcada por arruaceiras: chegaram de caravelas e vandalizaram tribos nativas; vandalizaram a Africa e trouxeram em correntes levas e levas de pessoas africanas, que produziram fortunas e mais fortunas para as pessoas vândalas; de colônia virou país e o vandalismo comeu solto como repressões e e repressões nos inúmeros levantes do povo e descontentes com o vandalismo; mesmo com status de “Império”, a monarquia sugou muita riqueza dessa região ao que chamam Brasil; veio uma República de fachada, imposta na marra de um golpe, de golpe em golpe, fomos vandalizadas pelo baronato do cafe, de açúcar, por pessoas militares e atualmente até por gente que se dizia partido do povo pobre.

Mas isso cansa e quando chega no limite da paciência, porque nosso povo não é dócil, é paciente e colocava esperança naquelas que pareciam as mais coerentes e traídas até por essas, perde a paciência e externa seu repúdio a tal situação de vandalismo perpetuado pelo Estado e suas administradoras.

Foi vandalismo trazer uma copa do mundo para cá e construir grandes estádios, quando temos um deficit habitacional de 20 milhões de moradias!

Como muitas já disseram o vandalismo é colocar dinheiro do povo em arenas e satisfazer os grupos empresariais, do que fazer casas populares, comprar remédios e fornecer estrutura descente para saúde publica; é vandalismo ceder aos interesses empresariado do transporte e deixar a população com um transporte de péssima qualidade e excessivamente caro e ruim, esse é o vandalismo que muitas passaram por anos e anos.
Agora que o caldo entornou, as pessoas vândalas trazem promessas, que sabemos que não cumprem e querem que o povo se cale novamente, não!
São as cidadãs nas ruas que vai parar o vandalismo das forças poderosas!

Mais Transporte descente e uma mobilidade urbana de fato, de qualidade e equilibrada;
Mais Educação, Mais Saúde e Habitação!

O vandalismo do poder
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