02 Fevereiro 2012 20:50

A língua esperanto foi criado por Zamenhof no intuito de romper as barreiras linguísticas em todo mundo e confraternizá-lo em uma língua mundial, que não é imposta por fatores econômicos, culturais ou militares.

O latim dos romanos foi imposto aos povos conquistados; o francês de Napoleão também foi imposto aos povos dominados; Portugal e Espanha nas suas colônias fizeram suas língua a oficial sem respeito as culturas locais; o inglês também se impôs pelos britânicos a todos os seus súditos em todo o globo e os estadunidenses atualmente são a hegemonia militar e econômica e impõe sua cultura de língua inglesa a todos.

Diferente dessas línguas, o esperanto não tem pátria ou mátria, não tem nação de referência e isso é muito importante, já que não se impõe. Alias não é religioso, não é espírita e o esperanto não veio do céu como querem, nem é o novo latim do católicos romanos. Ele é laico e de uso geral, por qualquer um que procure um mundo sem fronteiras, fraterno.

Por tal compromisso com um mundo anacionalista (sem nação ou nações) o esperanto é muito aceito dentro do movimento anarquista, pois compartilha essa aspiração anacional, um mundo sem fronteiras.

É uma língua fácil e realmente une culturas diferentes, porque embora seja anacional, respeita as diferenças culturais, desde que não sejam de exploração e opressão entre povos e populações.

Esperanto
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