Carta às trabalhadoras, precarizadas, desempregadas no Brasil.

Organizar, lutar, resistir: 1º de Maio de 2018.

A democracia Capitalista é o governo das elites do poder econômico associadas ao poder político-militar.

A liberdade na democracia capitalista é secundária e está fundada em algumas “miragens” sociopolíticas e “determinações” econômicas. A liberdade na democracia é para as elites e não para a gente trabalhadora.

Uma das “miragens” sociopolíticas correspondem a nos fazer acreditar que participando com o voto em eleições podemos escolher alguém que governará para o bem de todos naquele território que eles chamam de país. Estes homens e mulheres comuns nos quais parte de nós deposita confiança e respeito, prometem, e nunca cumprem: promover e realizar o bem-estar para todos.  A segunda das “miragens” sociopolíticas corresponde a nos fazer acreditar que apenas e somente o Estado é o único que pode manter e organizar a sociedade. Pergunte a você mesma se isto se comprova na história e nos dias atuais.

Uma das determinações econômicas é que a inciativa individual aliada ao trabalho árduo te levará a uma vida de riqueza para ser gozada por você e os seus. A segunda das determinações é que a propriedade privada hereditária é um direito natural. Cabe perguntar, fazer exame de si ou de outrem para constatar quem enriqueceu sem explorar o trabalho de outros. Cabe ainda perguntar se sempre houve propriedade privada hereditária. Ou, ainda, como se conseguiu obter a propriedade privada?

A combinação de “miragens” sociopolíticas e “determinações” econômicas são embaladas como produto de consumo barato encontrado em prateleiras de TV’s, Jornais, Revistas, Redes Sociais na Internet onde você é ao mesmo tempo a moeda e a mercadoria. Ao fim e ao cabo você não escolhe, é sim escolhida e comercializada. 

Neste dia das pessoas trabalhadoras, nesse primeiro de maio é preciso perguntar a si mesma se você elegendo governantes ou se permitindo explorar por um patrão faz a sua vida melhor a cada dia, a cada mês, a cada ano? 

Por que temos de trabalhar tanto para pagar tantas contas? 

Por que os patrões, que nos exploram, vivem bem e nós mal temos o que comer?

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Acesse também o cartaz para livre divulgação!

Saudações libertárias para todas as pessoas!

A Iniciativa Federalista Anarquista associada a Internacional de Federações Anarquistas, através do trabalho e determinação dos coletivos e indivíduos associados, tem a alegria de comunicar a toda a gente a realização do nosso 4º Fórum Geral Anarquista no Brasil.

O 4º FGA será celebrado nas datas de 22, 23 e 24 de junho de 2018 em São Paulo, no Centro de Cultura Social na Vila Dalva.

O tema de nosso encontro neste ano é: América Latina Livre: abaixo as ditaduras de direita e de esquerda. Contra o genocídio da população indígena e negra.

Conversaremos e refletiremos sobre os povos e pessoas trabalhadoras da América Latina que trabalham para se manterem, resistem para viver e lutam por justiça social e liberdade construindo um outro mundo melhor.Suas formas de viver, resistir,criar, produzir. Suas potências de vida e alegria de viver. Suas múltiplas expressões artísticas, nossas belezas humanas, naturais e culturais diversas serão assuntos e trocas que vivenciaremos estes três dias.

Considerando nossas terras em Latino América, nossos povos, nossas histórias, nossas lutas, nossas conquistas, nossos fracassos e sobretudo nosso momento atual no continente denunciamos o Governo da Venezuela que é para nós um símbolo do terrorismo de Estado para todos nós os povos de América Latina. O Governo de esquerda e seus opositores de direita igualmente trabalham na devastação da natureza, do assassinato em massa de seus concidadãos. Motivadas apenas por disputas de poder travadas entre direita e esquerda buscando tomar o poder de governar, ou seja, também o poder de explorar povos e riquezas naturais em aliança com empresas nacionais e internacionais com o fim único do lucro de grupos privilegiados.

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Acesse aqui o texto original 

Redação

Acompanhado com um ritmo musical que não tem nada do vibrante candombe dos  carnavais da Banda Oriental, mais se parece seguir o padrão marcial que parte da embaixada chavomadurista naquelas terras, está circulando a carta como um patético cúmplice que defende a atual ditadura venezuelana e tenta novamente justificar um vergonhoso respaldo a tal ditadura.

Geralmente nos ocupamos pouco ou nada dos exemplos particulares na América Latina daqueles que defendem um regime que condenam de forma tão explicita a sua história, execução e perspectivas, como eles são muitas vezes expoentes do que  marxismo Borbonico(para o que não lembrar e nem querem aprender) que insistem em ser a representação fiel da esquerda na região, tanto quanto se compromete a defender o que é claramente indefensável. Mas neste caso, tivemos que fazer uma exceção para a banda de metais que se autodenomina nada menos do que "Federación Anarquista Uruguaya" - FAU, que impõe uma obrigação sobre nós inevitável O que faz um grupo que se diz "anarquista" assumindo a defesa contínua, incondicional e essencialmente acrítica de um Estado capitalista burocrático, governado por um regime autoritário e militarista que se chama" popular e progressista "?

Durante um século, o anarquismo tem enfrentado o desafio constante de manter sua opção revolucionária e libertária como essencialmente diferente do caminho apresentado pelo marxismo, que nos afirma ser seu igual e até mesmo uma rota que devemos buscar formas de enlace.

Confrontado com essa reivindicação para dissolver o anarquismo de que em grande parte é o seu oposto, ou transformá-lo em uma espécie de predecessor ou irmão mais novo, a história tem mostrado que essa convergência é impossível se o ideal anarquista é consistente com sigo mesmo e com o seu compromisso de liberdade e igualdade em solidariedade, para o qual teve que permanecer na posição que tem sido sua característica resolutamente voltada para as autointituladas "revoluções" do marxismo, que acabou sendo um capitalismos tão ou mais opressora, exploradora e autoritário do que o capitalismo clássico que eles fingiram lutar e superar.

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Com a recente decisão do Governo Federal em acordo com o Governo Estadual do Rio de Janeiro de, mais uma vez, lançar mão do exército para atuar como força policial neste estado, nós da Liga Anarquista no Rio de Janeiro sentimo-nos impelidos a divulgar algumas de nossas reflexões sobre esta conjuntura e compartilha-la publicamente com todas as pessoas que nos acompanham em nossos canais de comunicação.

Diante do caos político e financeiro instalado no Rio de Janeiro há anos, o governo estadual assumiu seu total colapso institucional aceitando uma profunda intervenção federal na área de segurança pública. Esta é a singela fachada assumida pela intervenção militar exposta nos grandes jornais corporativos que circulam no país. Parte dela é uma realidade inegável, contudo, há elementos ocultos muito mais profundos na iniciativa acordada entre os governos do Estado e da federação.

O Rio de Janeiro há muitos anos é um laboratório de políticas repressivas conceituadas levianamente como “políticas de segurança pública”. Tal laboratório prevê técnicas refinadas de manipulação da opinião pública e o escamoteamento sistemático das verdadeiras finalidades das ocupações militares em regiões favelizadas da cidade. Trata-se, portanto, de uma profunda articulação entre os meios de comunicação controlados pelas elites, sucateamento e precarização contínua e progressiva dos serviços públicos, deterioração das relações trabalhistas e a instalação em todas as esferas de poder de uma persistente e enraizada estrutura mafiosa que abrange diversas atividades nocivas especialmente aos trabalhadores e oprimidos da sociedade. Resumidamente, trata-se de gerar uma contínua sensação de insegurança, gerar desinformação e aplicar um ordenamento violento e verticalizado sobre as classes populares que vivem nos subúrbios e favelas.

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Subcategorias

The Joomla! content management system lets you create webpages of various types using extensions. There are 5 basic types of extensions: components, modules, templates, languages, and plugins. Your website includes the extensions you need to create a basic website in English, but thousands of additional extensions of all types are available. The Joomla! Extensions Directory is the largest directory of Joomla extensions.

Components are larger extensions that produce the major content for your site. Each component has one or more "views" that control how content is displayed. In the Joomla administrator there are additional extensions such as Menus, Redirection, and the extension managers.

Modules are small blocks of content that can be displayed in positions on a web page. The menus on this site are displayed in modules. The core of Joomla! includes 24 separate modules ranging from login to search to random images. Each module has a name that starts mod_ but when it displays it has a title. In the descriptions in this section, the titles are the same as the names.

Content modules display article and other information from the content component.

User modules interact with the user system, allowing users to login, show who is logged-in, and showing the most recently registered users.

These modules display information from components other than content and user. These include weblinks, news feeds and the media manager.

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Navigation modules help your visitors move through your site and find what they need.

Menus provide your site with structure and help your visitors navigate your site. Although they are all based on the same menu module, the variety of ways menus are used in the sample data show how flexible this module is.

A menu can range from extremely simple (for example the top menu or the menu for the Australian Parks sample site) to extremely complex (for example the About Joomla! menu with its many levels). They can also be used for other types of presentation such as the site map linked from the "This Site" menu.

Breadcrumbs provide users with information about where they are in a site.

Templates give your site its look and feel. They determine layout, colours, typefaces, graphics and other aspects of design that make your site unique. Your installation of Joomla comes prepackaged with three front end templates and two backend templates. Help

Plugins are small task oriented extensions that enhance the Joomla! framework. Some are associated with particular extensions and others, such as editors, are used across all of Joomla. Most beginning users do not need to change any of the plugins that install with Joomla. Help

Here is where I will blog all about the parks of Australia.

You can make a blog on your website by creating a category to write your blog posts in (this one is called Park Blog). Each blog post will be an article in that category. If you make a category blog menu link with 1 column it will look like this page, if you display the category description then this part is displayed.

To enhance your blog you may want to add extensions for comments, interacting with social network sites, tagging, and keeping in contact with your readers. You can also enable the syndication that is included in Joomla (in the Integration Options set Show Feed Link to Show and make sure to display the syndication module on the page).

These are my photos from parks I have visited (I didn't take them, they are all from Wikimedia Commons).

This shows you how to make a simple image gallery using articles in com_content.

In each article put a thumbnail image before a "readmore" and the full size image after it. Set the article to Show Intro Text: Hide.

We search the whole countryside for the best fruit growers.

You can let each supplier have a page that he or she can edit. To see this in action you will need to create a user who is in the suppliers group.

Create one page in the growers category for that user and make that supplier the author of the page. That user will be able to edit his or her page.

This illustrates the use of the Edit Own permission.

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