Acompanhamos estarrecidas e sobre os nossos maiores protestos contra a reforma previdenciária, que conjuntamente com a reforma trabalhista, prometem transformar e dinamizar a economia do país, fato não ocorrido com a reforma trabalhista que já está com dois anos.

Quando acompanhamos as discussões e principalmente as argumentações a favor dessa reforma que supostamente promete melhorar as condições de emprego e renda geral, estão em um discurso futuro e de suposição, são hipóteses e nem muito bem formuladas.

Por exemplo, se fala que com a reforma da previdência, as expectativas melhorariam, levando milhares de empresários a voltarem a investir, gerando crescimento econômico e queda no desemprego.

Vejamos!

Um investimento por si não garante crescimento econômico. Mesmos milhares de empresários o fazendo.

O crescimento econômico é o resultado de vários fatores e um deles poderá ser o investimento, mas geralmente o setor empresarial brasileiro só investe em opções que tragam retorno imediato ou no máximo de médio prazo.

Leia mais: Por que a reforma da previdência traria algum benefício à população trabalhadora?

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Muitas pessoas têm comentado que estamos em tempos sombrios, de negras tormentas no céu e de grandes calamidades na terra.

Essas avaliações não nos causa nenhuma surpresa. Nosso olhar anárquico sempre viu e não é de agora, as negras tormentas que assolam nosso mundo. Essa terra foi assolada pela invasão europeia que destruiu as civilizações e culturas nativas. Uma devastação em toda a América desde então para o enriquecimento contínuo dos grupos opressores e exploradores.

Os poucos avanços conseguidos com muito sangue, dor, com muita luta e luto foram removidos neste começo de século. Vivemos uma reorganização do sistema de opressão e exploração, com grandes perdas nos direitos sociais e econômicos dos grupos oprimidos e explorados. Esses grupos desorganizados, perderam sua identidade como oprimidos e explorados e acreditam nas conversas mentirosas dos opressores e exploradores. Assumem a condição de submissão! Estão domesticados e repetem as ilusões dos grupos poderosos, na esperança vazia de que alguma forma e jeito serão também bem-sucedidos e também opressores, e também exploradores. Nessa condição, se acovardam diante da repressão, na submissão contada de jornadas de trabalho cada vez mais exaustivas e sem nenhuma previsão de mudança imediata. Foram todas retiradas nessas últimas reformas.

Leia mais: Dos tempos sombrios e dos orifícios anais de cada um!

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Muita gente tem acompanhado as conversas e discussões a respeito da reforma da previdência. Se percebe que um coro muito forte e quase uníssono no que se refere que essa tal reforma é muito necessária. Esse pretenso consenso que uma reforma da previdência é um latido muito forte pelos grandes grupos exploradores e opressores como todas as patronais, todos os setores empresariais, todos os grupos especuladores, as castas latifundiárias e toda essa multidão de parasitas que sugam as energias produtivas das pessoas trabalhadoras oprimidas e exploradas.

Podemos ir direto ao ponto, ao sentenciar que a reforma da previdência atende a necessidade de especulações do mercado financeiro, sua ganância e cobiça por sempre mais lucros (ou roubos institucionalizados pelo capitalismo em todos os seus modos de ação). Nossa sentença se baseia na constatação de que a capitalização de recursos realizada pela o programa de previdência não é mantida dentro do projeto e está propositalmente mesclado com o orçamento geral da união, e que vem  desde 1994, tendo liberdade poética de usar esse recursos que seriam exclusivos apenas para a previdência social, em qualquer projeto que os interesse, principalmente projetos que não proporcionem retorno direto aos cofres da união e da previdência. Boa parte desse processo, nós todas conhecemos: são transferidas somas altas de dinheiro para o grupos do setor privado e esses não devolvem nem um décimo do que recebeu.

Leia mais: A ilusão da reforma da previdência

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Eu cheguei até você, em suas mãos como quem não quer nada, mas na verdade quero tudo. Não quero sua prisão, atrás de grades, dentro de caminhos que criaram para ti. Não aguento mais te ver com passos padronizados em direção ao moedor de carne que apagará todos seus sonhos, que tirará seu lindo sorriso e todo resto de frescor e vida que havia em você!
É... eu admito... Eu sofro de autoritariofobia, sistemofobia, desobediência e Anarquia.
Mas não fique preocupada!
Não são moléstias e doenças, não fazem nenhum mal, muito pelo contrário, são ótimas vacinas que criam anticorpos contra a submissão, a obediência, autocastração, a morte em vida e outros males.
O único "problema" é que são altamente contagiosas!

Leia mais: Evite de ler este texto!

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A anarquia é uma palavra que significa sem governo e é de onde se constrói seus fundamentos. A principal referência é que na anarquia, não se oprime e muito menos se é oprimida; não se explora e nem se é explorada. Tudo mais se deriva dessa orientação no que se diz respeito da anarquia.
A anarquia possui uma crítica da dominação seja ela exercida das mais diversas formas (econômica, política, social, cultural, ambiental, sexual, religiosa etc). Essa crítica é construída no dia a dia, na forma de práticas de autogestão social, ações coletivas e individuais diretas e descentralização de todas práticas políticas.
De forma simples, a autogestão é a prática de engajamento das pessoas no gerenciamento direto da sociedade em todos os seus aspectos existenciais e que torna o Estado desnecessário.

Leia mais: Fundamentos da anarquia

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