Eu cheguei até você, em suas mãos como quem não quer nada, mas na verdade quero tudo. Não quero sua prisão, atrás de grades, dentro de caminhos que criaram para ti. Não aguento mais te ver com passos padronizados em direção ao moedor de carne que apagará todos seus sonhos, que tirará seu lindo sorriso e todo resto de frescor e vida que havia em você!
É... eu admito... Eu sofro de autoritariofobia, sistemofobia, desobediência e Anarquia.
Mas não fique preocupada!
Não são moléstias e doenças, não fazem nenhum mal, muito pelo contrário, são ótimas vacinas que criam anticorpos contra a submissão, a obediência, autocastração, a morte em vida e outros males.
O único "problema" é que são altamente contagiosas!

Leia mais: Evite de ler este texto!

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Muita gente tem acompanhado as conversas e discussões a respeito da reforma da previdência. Se percebe que um coro muito forte e quase uníssono no que se refere que essa tal reforma é muito necessária. Esse pretenso consenso que uma reforma da previdência é um latido muito forte pelos grandes grupos exploradores e opressores como todas as patronais, todos os setores empresariais, todos os grupos especuladores, as castas latifundiárias e toda essa multidão de parasitas que sugam as energias produtivas das pessoas trabalhadoras oprimidas e exploradas.

Podemos ir direto ao ponto, ao sentenciar que a reforma da previdência atende a necessidade de especulações do mercado financeiro, sua ganância e cobiça por sempre mais lucros (ou roubos institucionalizados pelo capitalismo em todos os seus modos de ação). Nossa sentença se baseia na constatação de que a capitalização de recursos realizada pela o programa de previdência não é mantida dentro do projeto e está propositalmente mesclado com o orçamento geral da união, e que vem  desde 1994, tendo liberdade poética de usar esse recursos que seriam exclusivos apenas para a previdência social, em qualquer projeto que os interesse, principalmente projetos que não proporcionem retorno direto aos cofres da união e da previdência. Boa parte desse processo, nós todas conhecemos: são transferidas somas altas de dinheiro para o grupos do setor privado e esses não devolvem nem um décimo do que recebeu.

Leia mais: A ilusão da reforma da previdência

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Existe uma forte conexão entre as práticas políticas com os meios de produção.

Para o modelo de produção denominado capitalismo, é essencial que o Estado funcione com sua percepção, com seu olhar e que produza e reproduza seus conceitos ideológicos em forma de uma legislação que o legalize e o legitime, de forma alimentar toda a estrutura e que esse se feche em si, num oroboro sinistro.

Estamos presenciando uma reorganização dos meios de produção onde os grupos empresariais, das pessoas empreendedoras, fortemente orientadas pelo lucro máximo, custo mínimo, trazem referências de opressão e exploração do inicio da Revolução Industrial, como por exemplo, o aumento das jornadas de trabalho superiores a 10 horas diárias e uso de práticas insalubres nos locais de trabalho análogas a escravidão; de forma global apontam para as reformas trabalhistas e previdenciárias como uma resposta conveniente as suas mais delirantes ambições. Global porque as reformas trabalhistas estão ocorrendo em boa parte do mundo. Podemos citar a Espanha, Itália, Argentina, México, Estados Unidos e a França, onde temos recentemente presenciado um levante popular por conta da reforma trabalhista.

Leia mais: Oroboro sinistro ou da reforma trabalhista, previdenciária e eleições.

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A anarquia é uma palavra que significa sem governo e é de onde se constrói seus fundamentos. A principal referência é que na anarquia, não se oprime e muito menos se é oprimida; não se explora e nem se é explorada. Tudo mais se deriva dessa orientação no que se diz respeito da anarquia.
A anarquia possui uma crítica da dominação seja ela exercida das mais diversas formas (econômica, política, social, cultural, ambiental, sexual, religiosa etc). Essa crítica é construída no dia a dia, na forma de práticas de autogestão social, ações coletivas e individuais diretas e descentralização de todas práticas políticas.
De forma simples, a autogestão é a prática de engajamento das pessoas no gerenciamento direto da sociedade em todos os seus aspectos existenciais e que torna o Estado desnecessário.

Leia mais: Fundamentos da anarquia

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