Base
Uma unidade de ação direta é baseada no mais ampla anarquia federal, que se articula de baixo para cima, da base para ponta, da unidade para o todo, da pessoa para a coletividade, do simples para o composto.
Inicia na formação de comitês radicados nos locais de trabalho (fábricas, oficinas, obras, usinas, estaleiros, minas, fazendas, sítios, armazéns, escritórios, etc.), vai-se ampliando através das associações de bairros, subúrbios, cidades, Estados, regiões, nação, culminando em uma esfera mundial, entre trabalhadoras das mais diferentes regiões do planeta.
Autonomia de cada pessoa no sindicato é fundamental, assim como é de cada sindicato na federação, em seus vários graus, na confederação, que, por sua vez, é autônoma no seio de uma associação de pessoas trabalhadoras na América (todo o continente!) e mundial, tem a força de sua ação na solidariedade voluntária e consciente de cada uma e de conjunto de suas entidades engajadas.
Assentada nessas bases fundamentais a entidade de pessoas trabalhadoras de ação direta articula a sua estruturação com a necessária liberdade de movimentos, repelindo o estorvo do burocratismo e orientando a sua administração de maneira mais simples possível, de forma servir também de exercício de capacitação associativa para o que todos os seus mandatos são imperativos e revogáveis, exercidos desinteressadamente, salvo casos excepcionais, como um esforço em prol da causa coletiva, que é a causa de cada uma de suas associadas.
A unidade de pessoas trabalhadoras de ação direta, ou anarquia sindical reúne todas as trabalhadoras da industria, do comércio, da lavoura, dos meios de transportes, dos centros em que se cuida da saúde, da educação, das artes e diversões, enfim, todo as assalariadas, todas as pessoas que vivem do recebimento do seu trabalho manual ou intelectual, sem explorar o trabalho de ninguém nem perceber renda de capital acumulado=riqueza roubada das pessoas oprimidas e exploradas.

Leia mais: Unidade de pessoas trabalhadoras em ação direta

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Este material foi reunido para apoio em conversas sobre a questão do trabalho e das pessoas trabalhadoras, oprimidas e exploradas.

Por uma organização de pessoas trabalhadoras exploradas e oprimidas, feitas por elas e para elas, sem partidos, sem patrões, sem Estado. Clique na imagem para abrir o arquivo em DJVU.

Na luta somos dignas e livres!

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"Flexibilização das Leis Trabalhistas". Ultimamente muita gente têm falado nisso. 
Antes de analisarmos algumas das implicações desta "flexibilização", é importante lembrarmos que, embora longe de ser o ideal, a Consolidação das Leis do Trabalho, mais conhecida como CLT, também representa o fruto da muitas lutas dos trabalhadores. 
Ninguém, em sã consciência poderá reconhecer na pessoa do ditador Getúlio Vargas a famosa figura do "pai dos pobres". Getúlio Vargas não deu nada para ninguém. De fato, desde o início do século XX, os Sindicatos Anarquistas existentes no Brasil, já vinham obrigando as empresas a assinarem suas "listas", contendo direitos e garantias mínimas (salário mínimo, férias, segurança nos locais de trabalho, etc) que as patronais eram obrigadas a cumprir, sob pena de enfrentarem constantes greves. Das "listas" das pessoas Anarquistas constavam até mais benefícios, do que os mencionados na CLT.

Leia mais: FLEXIBILIZAÇÃO DA CLT CURVAR-SE MAIS? COMO?

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Nós pessoas trabalhadoras livres, sem compromisso com partidos, políticos, igrejas e patrões lançamos uma convocação as pessoas oprimidas e exploradas para unirmos em torno da construção de um sindicato aberto e combativo, capaz de lutar pelas nossas demandas de forma direta, sem pessoas intermediárias profissionais.
O sindicalismo amarelo, que vive de parasitar do bolso de nossa gente trabalhadora via imposto sindical nos abandonou e pouco se importa com nossas demandas. Agora, agonizam diante do fim de seus privilégios e esboçam uma reação diante do colapso de suas carreiras sanguessugas.

Leia mais: COMUNICADO AS PESSOAS TRABALHADORAS

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No setor que trabalho a maioria dos trabalhadores e trabalhadoras são terceirizados, ou seja, pertencem a outra empresa. Somos em 18 pessoas que trabalham, sendo 13 delas contratadas através de outro empregador. Enquanto nós temos funções e tarefas definidas em lei, os trabalhadores contratados, embora todos eles com funções também definidas legalmente e constante inclusive em suas convenções de trabalho, tem forçosamente que executar tarefas diversas de seus contratos originais. São contratados como carpinteiros, pedreiros, entre outras funções, mas, tem que soldar pintar, lixar, varrer, etc. 
Os Sindicatos a que pertencem esses trabalhadores/as (S.Construção Civil e S. Asseio), não dão a mínima para essa situação. A maioria sequer é sindicalizada, servindo apenas para pagar o famigerado Imposto Sindical para os pelegos dos Sindicatos Fascistas Oficiais. Por força do contrato – pelo menos o que está em vigor em 2013 – esses trabalhadores não fazem horas-extras, mesmo assim muitas vezes são chamados para trabalharem, além do horário normal na semana e mesmo em sábados e domingos, ficando na sequência com dias em haver, os quais podem ser tirados segundo os interesses do nosso empregador, que contrata a Empresa deles.
Suas cargas de trabalho obedecem às 44 horas semanais, enquanto que nós já obtivemos a mais de 20 anos o limite máximo de 40 horas, como jornada semanal. Os trabalhadores/as terceirizados da empresa citada, além de terem salários diferenciados entre si, embora todos cumpram tarefas iguais, percebem salários que na média não ultrapassam dois salários mínimos nacionais. Geralmente quando esses obtêm algum ganho a mais, tipo um quinquênio, logo se tornam “caros” para seus empregadores, o que fragiliza ainda mais sua situação, pois a tendência é serem demitidos sob a rotineira alegação de que não eram mais tão produtivos como no começo de suas atividades.

Leia mais: Terceirização do Trabalho: O Inferno é aqui!

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