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(original em A-Info 71)

Destacamos os pontos mais emblemáticos modificados pela reforma trabalhista, sancionada pela pessoa presidente no dia 13 de julho, da relação entre os setores de poder ou como é o termo “legal” empregador e as pessoas trabalhadoras, assalariadas, na forma “legal” empregadas.
A reforma, atribuída como uma “modernização”, afirma não anular a Consolidação das Leis Trabalhista (CLT), porém relaxa mais de 100 mecanismos contidos nela. Para nosso entendimento a CLT era uma mordaça para a luta de emancipação das pessoas trabalhadoras quando foi criada e mantida nesses mais de 80 anos, inspirada nos modelo fascistas italiano e português. Agora com a reforma, colocou força nos acordos firmados entre o empregador e o empregado (contratante e contratado), prevalecendo sobre os artigos da CLT, que já não eram grande coisa. A maior inspiração das reformas é o modelo de gestão nos EUA, onde as relações de trabalho se pauta por um controle majoritário dos grupos de poder/dominantes/exploradores.

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(original em A-Info 71)

Destacamos os pontos mais emblemáticos modificados pela reforma trabalhista, sancionada pela pessoa presidente no dia 13 de julho, da relação entre os setores de poder ou como é o termo “legal” empregador e as pessoas trabalhadoras, assalariadas, na forma “legal” empregadas.
A reforma, atribuída como uma “modernização”, afirma não anular a Consolidação das Leis Trabalhista (CLT), porém relaxa mais de 100 mecanismos contidos nela. Para nosso entendimento a CLT era uma mordaça para a luta de emancipação das pessoas trabalhadoras quando foi criada e mantida nesses mais de 80 anos, inspirada nos modelo fascistas italiano e português. Agora com a reforma, colocou força nos acordos firmados entre o empregador e o empregado (contratante e contratado), prevalecendo sobre os artigos da CLT, que já não eram grande coisa. A maior inspiração das reformas é o modelo de gestão nos EUA, onde as relações de trabalho se pauta por um controle majoritário dos grupos de poder/dominantes/exploradores.

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(texto original no A-Info 71)

Destacamos os pontos mais emblemáticos modificados pela reforma trabalhista, sancionada pela pessoa presidente no dia 13 de julho, da relação entre os setores de poder ou como é o termo “legal” empregador e as pessoas trabalhadoras, assalariadas, na forma “legal” empregadas.
A reforma, atribuída como uma “modernização”, afirma não anular a Consolidação das Leis Trabalhista (CLT), porém relaxa mais de 100 mecanismos contidos nela. Para nosso entendimento a CLT era uma mordaça para a luta de emancipação das pessoas trabalhadoras quando foi criada e mantida nesses mais de 80 anos, inspirada nos modelo fascistas italiano e português. Agora com a reforma, colocou força nos acordos firmados entre o empregador e o empregado (contratante e contratado), prevalecendo sobre os artigos da CLT, que já não eram grande coisa. A maior inspiração das reformas é o modelo de gestão nos EUA, onde as relações de trabalho se pauta por um controle majoritário dos grupos de poder/dominantes/exploradores.

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(texto original no A-Info 71)
A região metropolitana de Campinas (RMC) registrou oficialmente em 2016, a maior taxa de desemprego desde 2000 e são 12,11%, ou 227.169 pessoas sem emprego formal (dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego - CAGED).
Do início de ano até agora houve na região um registro de aumento de carteiras registradas, mas sem sinais de que isso significa contratação das pessoas empregadas com salário mínimo necessário.

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