Estamos divididas e em uma constante desconfiança umas das outras. 

Somos bombardeadas sem parar com propagandas de medo, ódio e violência entre nossa gente; somos isoladas e repetem sem parar a mentira que com o nosso exclusivo mérito, teremos um sucesso sobre as outras pessoas.

O resultado disso é o aumento acentuado do empobrecimento de nossa gente em contraste com o aumento das riquezas acumuladas em pequenos grupos de pessoas exploradoras e opressoras. 

Esses grupos garantem seus privilégios com o controle das estruturas administrativas, politicas e economicas. Mandam e desmandam de forma absoluta, tanto nos campos com nas cidades. 

As riquezas produzidas de forma coletiva nessas condições se tornam lucros privatizados nos cofres dos grupos das exploradoras/opressoras.

Entender essa condição é um passo importante para ampliar nossos estudos e buscar formas de nos organizarmos em busca de superar essa situação. Nossa união sempre será um marco para mudanças que garantam nosso bem estar e liberdade.

Convidamos todas as interessadas em conhecer e organizar formas associativas de cunho autogerido, descentralizadas que promovam a defesa dos nossos direitos, de amplia-los conforme as necessidades de todas.

Uma por todas, todas por uma!

Na luta somos dignas e livres!

Por uma Iniciativa Associativa de Trabalhadoras pela Base

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O anarcossindicalismo, que é a outra forma de identificar o sindicalismo de base revolucionária e livre, não é um partido e nem pertence a nenhum. 

Denuncia os partidos e todas as organizações que usam os sindicatos como aparelhos em busca de seus interesses reformistas e conservadores, até mesmo tornando o sindicalismo em parte do Estado e do conceito de harmonia social e econômica entre grupos empregadores e grupos de pessoas empregadas. 

O sindicalismo poderá ser uma concepção revolucionária em uma proposta de autogestão da sociedade, onde as pessoas oprimidas e exploradas assumem toda a cadeia de produção e de distribuição de forma direta; as organizações sindicais são entendidas como estruturas de apoio a esta forma de gestão social economica. 

Dispensa os políticos profissionais e suas estruturas partidárias, de qualquer matiz (seja de direira ou de esquerda), já que as pessoas assumem diretamente a gestão coletiva e assim tem o controle social sem necessidade de pessoas representantes eleitas como temos atualmente. 

Continua no jornal A-Info 81

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Em 1886, aconteceu em Chicago (EUA) uma grande manifestação a favor de 8 horas de trabalho diário. Era que naquele período a jornada de trabalho variava de acordo com os patrões com apoio do Estado, o que tornava normal jornadas de 10, 12, 14, 16 até de 24 horas de trabalho contínuo. Depois de 128 anos, tudo continua a mesma coisa, o que é muito triste para nossa gente oprimida e explorada!

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Nós pessoas trabalhadoras livres, sem compromisso com partidos, políticos, igrejas e patrões lançamos uma convocação as pessoas oprimidas e exploradas para unirmos em torno da construção de um sindicato aberto e combativo, capaz de lutar pelas nossas demandas de forma direta, sem pessoas intermediárias profissionais.

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No mês de maio sempre é importante lembrar a luta de todas as pessoas trabalhadoras na organização por bem estar e liberdade, por emancipação de todas, da busca autonomia, autogestão dos meios de produção. Conheça o sindicalismo revolucionário, promessa de emancipação das pessoas trabalhadoras.

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