Nós pessoas trabalhadoras livres, sem compromisso com partidos, políticos, igrejas e patrões lançamos uma convocação as pessoas oprimidas e exploradas para unirmos em torno da construção de um sindicato aberto e combativo, capaz de lutar pelas nossas demandas de forma direta, sem pessoas intermediárias profissionais.

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Em 1886, aconteceu em Chicago (EUA) uma grande manifestação a favor de 8 horas de trabalho diário. Era que naquele período a jornada de trabalho variava de acordo com os patrões com apoio do Estado, o que tornava normal jornadas de 10, 12, 14, 16 até de 24 horas de trabalho contínuo. Depois de 128 anos, tudo continua a mesma coisa, o que é muito triste para nossa gente oprimida e explorada!

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Existe uma forte conexão entre as práticas políticas com os meios de produção.

 

Para o modelo de produção denominado capitalismo, é essencial que o Estado funcione com sua percepção, com seu olhar e que produza e reproduza seus conceitos ideológicos em forma de uma legislação que o legalize e o legitime, de forma alimentar toda a estrutura e que esse se feche em si, num oroboro sinistro.

 

Estamos presenciando uma reorganização dos meios de produção onde os grupos empresariais, das pessoas empreendedoras, fortemente orientadas pelo lucro máximo, custo mínimo, trazem referências de opressão e exploração do inicio da Revolução Industrial, como por exemplo, o aumento das jornadas de trabalho superiores a 10 horas diárias e uso de práticas insalubres nos locais de trabalho análogas a escravidão; de forma global apontam para as reformas trabalhistas e previdenciárias como uma resposta conveniente as suas mais delirantes ambições. Global porque as reformas trabalhistas estão ocorrendo em boa parte do mundo. Podemos citar a Espanha, Itália, Argentina, México, Estados Unidos e a França, onde temos recentemente presenciado um levante popular por conta da reforma trabalhista.

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No mês de maio sempre é importante lembrar a luta de todas as pessoas trabalhadoras na organização por bem estar e liberdade, por emancipação de todas, da busca autonomia, autogestão dos meios de produção. Conheça o sindicalismo revolucionário, promessa de emancipação das pessoas trabalhadoras.

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Saudações companheirada, muita saúde e força para todas.
O anarcosindicalismo no Brasil ainda é uma semente na luta pela emancipação de todxs xs trabalhadorxs. O modelo economico/social/político só atende as demandas dos grupos que controlam o modelo e o mantem funcionando até o presente momento. Os grupos sociais e politicos que se diziam opor-se e buscavam o fim dessas relações capitularam e muitos se juntaram a nossas pessoas  inimigas e se tornaram apenas uma parte do sistema, sem altera-lo profundamente, em muitos casos apresentam uma pauta reformista que tem tornado as pessoas trabalhadoras cada vez mais escravxs em pleno século XXI.

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