Texto do jornal A-Info 86, acesse aqui

O anarco-sindicalismo é uma importante ferramenta para a construção da anarquia, porque oferece as condições materiais para autogestão social e a formação de federações industriais-agrícolas solidárias ou todas as relações de produção, transporte e consumo.

Ferramenta porque oferece uma proposta de lutas econômicas e políticas que asseguram o controle assembleiario e coletivo de todas as pessoas trabalhadoras, sem instâncias verticais parlamentares ou estatais, estranhas as bases produtivas, as pessoas oprimidas e exploradas.

Os sindicatos revolucionários são a base não só da luta direta por melhores condições de trabalho, mas a estrutura que apoiará a ruptura com o capital e sua gana empreendedora especulativa que não tem limites, e estabelecer o abastecimento na revolução de produção básica e vital para a vida de nossa gente, o suporte para o aprofundamento revolucionário, ou seja, os sindicatos não são órgãos reformistas ou corporativistas, não são isolados e controlados por diretorias profissionalizadas e especializadas como no modelo fascista sindical que reina no Brasil desde que o ditador Getúlio Vargas o decretou. 

Não há harmonia com o capital e nem com o patronato, nem com o capital. 

Os interesses de nossa gente, de nosso povo oprimido e explorado são antagônicos e irreconciliáveis com o capital e sua gana por lucro máximo, custo minimo.

O anarco-sindicalismo, atualmente é a proposta que contempla o projeto revolucionário de emancipação das pessoas trabalhadoras por sua própria força, a essência de uma organização anarcosindical ampla e que busca acima de tudo a união de todas para uma ter a legitimidade da luta revolucionária e emancipatória. 

Na luta por emancipação já somos dignas e livres! 

Uma por todas e todas por uma!

Por uma Associação de Trabalhadoras Brasileiras pela Base!

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