Muitas pessoas e organizações de base na anarquia realizam em toda a região brasileira inúmero eventos, muitas vezes de forma isolada e outros tentando passar a barreira de desconfiança que cada um possui em relação as outras organizações.
Isso é desgastante, desperdiça nossos poucos recursos e facilita muito as ações de controle e destruição das forças inimigas!
Muitas organizações foram criados isoladamente com estruturas próprias que ignoram ou não reconhecem outras organizações que poderiam ser consideradas irmãs e estarem unidas na luta de emancipação.

Muitas dessas organizações além de não aceitar ou ignorar as demais organizações, ainda ferem os princí­pios da anarquia ao se aliarem com traidores históricos como pessoas e organizações marxistas, trotskistas, partidos em geral (PSTU, PCO, POR, PCB, Rede ou até com o PT, PPS e PCdoB etc) e com centrais sindicais reformistas (CONLUTAS, Intersindical, CTB, CUT etc). E formam tais frentes populares e alianças com as forças inimigas, mas não procuram as entidades anarquistas irmãs.
Por que será?
Qual o medo de dialogar com grupos anarquistas que não se aliam com as forças inimigas?
Será que esse medo está associado ao processo de mercantilização da anarquia onde apenas a usa com meio de vida e não meio de luta?
Mas as ações pela anarquia deve ultrapassar esta barreira de isolamento que torna os grupos, individuos e organizações anarquistas vulneráveis aos ataques das forças inimigas (patronal, partidos, empresariado e pátria).
Resgatemos do conceito de solidariedade e apoio mútuo entre nós. A importância de somar nossas experiências diferentes, isso dentro sempre da coerência moral da anarquia, o que significa não se aliar a marxistas, trotskistas, partidos, patrões e o Estado.
Continua no jornal anarquista A-Info 79

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