Leia texto na integra no jornal A-Info 83

Se repete muito um conceito que é falho: anarco-capitalismo. 

Sua tese básica não é original e sim um apelido para a concepção liberal, onde o capitalismo é pensado sem o Estado e propõe sua abolição. Ora, a anarquia também propõe o fim do Estado, e também de todos os meios de opressão e exploração e é onde o caldo entorna.

Porque se argumenta que as pessoas anarquistas assim como essas “anarco”-capitalistas (liberais) desejam uma sociedade sem estado, logo poderiam atuar de forma conjunta para atingir esse objetivo que parece ser compartilhado, mas que só parece. O processo para atingir a abolição do Estado são totalmente diferentes, se chocam na prática. A anarquia atua na destruição de toda opressão e exploração, através de organizações sociais, coletivas em autogestão e o fim da propriedade privada e da herança; enquanto o conceito liberal (anarco-capitalismo) simplesmente mantém as relações de exploração e opressão de forma direta sem nenhuma forma de regulamentação externa (mercados livres), a propriedade privada e a herança são mantidas.

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 Campanha Voto Nulo/Não Vote 2018. Nem saiu direito a lista das pessoas candidatas presindeciaveis e já começou as ladainhas que nenhuma presta, que a politica não tem saída e que todas essas pessoas não são elegiveis... já pensou em participar de politica de outro jeito? De participar da politica efetivamente? É um caminho...

 

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Sem partidos, sem Estados ... o que anarquia propõe então? Assista nesse video uma rápida explanação sobre a Autogestão, método da anarquia se organizar!

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Ocorrem geralmente em Outubro, é um evento anual anarquista que pretende promover a união do Movimento Anarquista e troca de experiências anarquistas no interior de São Paulo.

Estamos na 17ª Edição e ocorrerá em Marília, no estado de São Paulo, nos dias 12 e13 de Outubro de 2018.

Veja História do Expressões Anarquistas

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Mais um video sobre as eleições ...

 

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Diante do caos político e financeiro instalado no Rio de Janeiro há anos, o governo estadual assumiu seu total colapso institucional aceitando uma profunda intervenção federal na área de segurança pública.

Esta é a singela fachada assumida pela intervenção militar exposta nos grandes jornais corporativos que circulam no país. Parte dela é uma realidade inegável, contudo, há elementos ocultos muito mais profundos na iniciativa acordada entre os governos do Estado e da federação. As operações policiais de investigação de pessoas e movimentos sociais evidenciam o silenciamento de todos que negam as injustiças e exploração no Brasil e na América Latina.

Miragens políticas e judiciais distraem as populações pobres e trabalhadoras dos problemas reais da Cidade e do Estado do Rio de Janeiro. Através do terror de Estado a população é levada a acreditar que está a beira do caos. Porém, a população já morre sem atendimento médico ou de tiros da guerra social contra os pobres nas periferias do Rio de Janeiro ou Porto Alegre.

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