Organizar, lutar, resistir: 1º de Maio de 2018.

A democracia Capitalista é o governo das elites do poder econômico associadas ao poder político-militar.

A liberdade na democracia capitalista é secundária e está fundada em algumas “miragens” sociopolíticas e “determinações” econômicas. A liberdade na democracia é para as elites e não para a gente trabalhadora.

Uma das “miragens” sociopolíticas correspondem a nos fazer acreditar que participando com o voto em eleições podemos escolher alguém que governará para o bem de todos naquele território que eles chamam de país. Estes homens e mulheres comuns nos quais parte de nós deposita confiança e respeito, prometem, e nunca cumprem: promover e realizar o bem-estar para todos.  A segunda das “miragens” sociopolíticas corresponde a nos fazer acreditar que apenas e somente o Estado é o único que pode manter e organizar a sociedade. Pergunte a você mesma se isto se comprova na história e nos dias atuais.

Uma das determinações econômicas é que a inciativa individual aliada ao trabalho árduo te levará a uma vida de riqueza para ser gozada por você e os seus. A segunda das determinações é que a propriedade privada hereditária é um direito natural. Cabe perguntar, fazer exame de si ou de outrem para constatar quem enriqueceu sem explorar o trabalho de outros. Cabe ainda perguntar se sempre houve propriedade privada hereditária. Ou, ainda, como se conseguiu obter a propriedade privada?

A combinação de “miragens” sociopolíticas e “determinações” econômicas são embaladas como produto de consumo barato encontrado em prateleiras de TV’s, Jornais, Revistas, Redes Sociais na Internet onde você é ao mesmo tempo a moeda e a mercadoria. Ao fim e ao cabo você não escolhe, é sim escolhida e comercializada.

Neste dia das pessoas trabalhadoras, nesse primeiro de maio é preciso perguntar a si mesma se você elegendo governantes ou se permitindo explorar por um patrão faz a sua vida melhor a cada dia, a cada mês, a cada ano?

Por que temos de trabalhar tanto para pagar tantas contas?

Por que os patrões, que nos exploram, vivem bem e nós mal temos o que comer?

Não são apenas os políticos e os patrões que nos enganam e roubam com a proteção dada pelos militares. Dentro da classe trabalhadora há traidores da classe que entraram nas nossas organizações de defesa e apoio dos trabalhadores:  os sindicatos. E usam nossas organizações sindicais como um modo de vida. Eles se tornaram uma elite sindical e hoje também nos tratam como moeda e mercadoria.

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A dominação estatal capitalista numa sociedade de classes se faz através da burocracia dos Governos e dos Partidos.
Todos os partidos são pirâmides burocráticas a serviço da dominação e da exploração capitalista, sim todos!
E quais são os programas dos partidos?
Como pretendem solucionar os problemas sociais, lembrando que boa parte desses problemas são os próprios partidos os maiores responsáveis?
Toda e qualquer plataforma partidária tem como objetivo, em primeiro lugar, a conquista do Poder político e em segundo lugar, mantê-lo a qualque custo.
Durante a fase de campanha e de construção do partido, todos são sensíveis a todos os problemas do mundo: das mais pobres, das pessoas na miséria, da violência, da ecologia, do aquecimento global, da poluição, da especulação imobiliária, educação excludente, de uma saúde pública genocida das pessoas das periferias, da discriminação contra pessoas negras, indigenas, pessoas homoafetivas e por ai vai. Essas pessoas partidárias querem ou deliram serem as porta-vozes oficiais dos protestos da população e dos movimentos das que se revoltam, mas nunca foram e nunca serão.
Conquistado o poder político, parcial, ou totalmente, em nome da governabilidade, os partidos politicos passam a negociar imediatamente com o Poder econômico e seus representantes, para sobreviver e crescer, abandonando tudo o que diziam defender.

Texto completo no A-Info 79

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Cartaz em formato PDF para ampla divulgação!

Saudações libertárias para todas as pessoas!

A Iniciativa Federalista Anarquista associada a Internacional de Federações Anarquistas, através do trabalho e determinação dos coletivos e indivíduos associados, tem a alegria de comunicar a toda a gente a realização do nosso 4º Fórum Geral Anarquista no Brasil.

O 4º FGA será celebrado nas datas de 22, 23 e 24 de junho de 2018 em São Paulo, no Centro de Cultura Social na Vila Dalva.

O tema de nosso encontro neste ano é: América Latina Livre: abaixo as ditaduras de direita e de esquerda. Contra o genocídio da população indígena e negra.

Conversaremos e refletiremos sobre os povos e pessoas trabalhadoras da América Latina que trabalham para se manterem, resistem para viver e lutam por justiça social e liberdade construindo um outro mundo melhor.Suas formas de viver, resistir,criar, produzir. Suas potências de vida e alegria de viver. Suas múltiplas expressões artísticas, nossas belezas humanas, naturais e culturais diversas serão assuntos e trocas que vivenciaremos estes três dias.

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Muitas pessoas e organizações de base na anarquia realizam em toda a região brasileira inúmero eventos, muitas vezes de forma isolada e outros tentando passar a barreira de desconfiança que cada um possui em relação as outras organizações.
Isso é desgastante, desperdiça nossos poucos recursos e facilita muito as ações de controle e destruição das forças inimigas!
Muitas organizações foram criados isoladamente com estruturas próprias que ignoram ou não reconhecem outras organizações que poderiam ser consideradas irmãs e estarem unidas na luta de emancipação.

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O conceito é simples: uma vida sem imposições, sem explorações, sem opressões.

Sistematizada por pessoas anarquistas  no século XIX, imaginam uma sociedade assim. Não haveria mais estado e as pessoas se relacionariam de forma direta, a criar e dividir produtos, experiências e vivências entre si. Não haveria motivos para qualquer forma de monopólio, e o conhecimento foi e é um resultado coletivo. As nações deixariam de existir, e todas as relações humanas teriam o mesmo grau de importância. “Se uma pessoa é oprimida, explorada, todas são; emancipar todas as pessoas é uma necessidade muito urgente” frase que ecoa nos documentos da união anarquista Fenikso Nigra (Campinas/SP). Um discurso bonito, mas impossível. De poucas práticas e experiências, a anarquia nunca veio a ser um fato real.

Será? 

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