A dominação estatal capitalista numa sociedade de classes se faz através da burocracia dos Governos e dos Partidos.
Todos os partidos são pirâmides burocráticas a serviço da dominação e da exploração capitalista, sim todos!
E quais são os programas dos partidos?
Como pretendem solucionar os problemas sociais, lembrando que boa parte desses problemas são os próprios partidos os maiores responsáveis?
Toda e qualquer plataforma partidária tem como objetivo, em primeiro lugar, a conquista do Poder político e em segundo lugar, mantê-lo a qualque custo.
Durante a fase de campanha e de construção do partido, todos são sensíveis a todos os problemas do mundo: das mais pobres, das pessoas na miséria, da violência, da ecologia, do aquecimento global, da poluição, da especulação imobiliária, educação excludente, de uma saúde pública genocida das pessoas das periferias, da discriminação contra pessoas negras, indigenas, pessoas homoafetivas e por ai vai. Essas pessoas partidárias querem ou deliram serem as porta-vozes oficiais dos protestos da população e dos movimentos das que se revoltam, mas nunca foram e nunca serão.
Conquistado o poder político, parcial, ou totalmente, em nome da governabilidade, os partidos politicos passam a negociar imediatamente com o Poder econômico e seus representantes, para sobreviver e crescer, abandonando tudo o que diziam defender.

Texto completo no A-Info 79

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Cartaz em formato PDF para ampla divulgação!

Saudações libertárias para todas as pessoas!

A Iniciativa Federalista Anarquista associada a Internacional de Federações Anarquistas, através do trabalho e determinação dos coletivos e indivíduos associados, tem a alegria de comunicar a toda a gente a realização do nosso 4º Fórum Geral Anarquista no Brasil.

O 4º FGA será celebrado nas datas de 22, 23 e 24 de junho de 2018 em São Paulo, no Centro de Cultura Social na Vila Dalva.

O tema de nosso encontro neste ano é: América Latina Livre: abaixo as ditaduras de direita e de esquerda. Contra o genocídio da população indígena e negra.

Conversaremos e refletiremos sobre os povos e pessoas trabalhadoras da América Latina que trabalham para se manterem, resistem para viver e lutam por justiça social e liberdade construindo um outro mundo melhor.Suas formas de viver, resistir,criar, produzir. Suas potências de vida e alegria de viver. Suas múltiplas expressões artísticas, nossas belezas humanas, naturais e culturais diversas serão assuntos e trocas que vivenciaremos estes três dias.

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Muitas pessoas e organizações de base na anarquia realizam em toda a região brasileira inúmero eventos, muitas vezes de forma isolada e outros tentando passar a barreira de desconfiança que cada um possui em relação as outras organizações.
Isso é desgastante, desperdiça nossos poucos recursos e facilita muito as ações de controle e destruição das forças inimigas!
Muitas organizações foram criados isoladamente com estruturas próprias que ignoram ou não reconhecem outras organizações que poderiam ser consideradas irmãs e estarem unidas na luta de emancipação.

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O conceito é simples: uma vida sem imposições, sem explorações, sem opressões.

Sistematizada por pessoas anarquistas  no século XIX, imaginam uma sociedade assim. Não haveria mais estado e as pessoas se relacionariam de forma direta, a criar e dividir produtos, experiências e vivências entre si. Não haveria motivos para qualquer forma de monopólio, e o conhecimento foi e é um resultado coletivo. As nações deixariam de existir, e todas as relações humanas teriam o mesmo grau de importância. “Se uma pessoa é oprimida, explorada, todas são; emancipar todas as pessoas é uma necessidade muito urgente” frase que ecoa nos documentos da união anarquista Fenikso Nigra (Campinas/SP). Um discurso bonito, mas impossível. De poucas práticas e experiências, a anarquia nunca veio a ser um fato real.

Será? 

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Numa sociedade cuja constituição não force o indivíduo ao crime, à luta, mas lhe dê interesse em ser bom, a bondade será coisa natural. Livre das peias econômicas e legais, a mulher não se venderá, não será escrava do homem. Livres da escravidão do salariato e do trabalho brutal, os homens poderão instruir-se e a ciência e a arte serão realmente para todos; as mentes serão sãs em corpos sãos. Não será totalmente suprimida a dor, nem abolido o esforço, o que seria absurdo; mas a felicidade provém do equilíbrio normal entre esforço produtivo e a possibilidade de consumir, do exercício natural das nossas faculdades.
Utopia!
Dizem os que esquecem ser a utopia de hoje a realidade de amanhã. Ao escravo sucedeu o servo, ao servo o salariado e basta que os homens queiram – condições são já favoráveis, o terreno está preparado – para que ao salariado, ao prisioneiro de uma terra monopolizada, suceda, não o funcionário, combinação do salariado com o servo, mas o indivíduo autônomo e solidário, o homem livre sobre a Terra livre! (1).
É utopia a Anarquia?
Tudo o que é humano é utópico.
Antes de tornar-se realidade; e tudo o que depende da vontade humana é realizável. O que importa é ter um caminho orientado. E, quando esse caminho passa entre pessoas que trabalham, comem, amam e pensam, passa entre suas casas e suas industria e entre tudo aquilo que sua espontânea fraternidade criou nos séculos, recolhendo e depurando tradições, coordenando esforços, derrubando as barreiras que aprisionam a vida e impõem a uniformidade, reconhecemos nele o caminho da História real, da qual só centelhas fugazes chegam aos textos pedagógicos; não é o caminho da utopia.

Utopia é querer fabricar uma sociedade desde o topo do governo, utilizando os homens como matéria-prima, à força das leis aplicadas pela vidência. (2)

1.“A Plebe”, São Paulo.
2. Luce Fabbri

– in Anarquismo, Roteiro da Libertação Social – Edgar Leuenroth, Editora Mundo Livre – 1963. Digitado pela Barricada Libertária.

Texto reproduzido no jornal anarquista A-Info 78

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Os assédios aos fiéis não param!

As igrejas se profissionalizaram na arte de ludibriar a população, que sem mais para quem pedir, apelam para Deus, na crença e esperança de terem respondidas suas necessidades. 

As religiões e crenças que seriam atos de apoio à estas necessidades, aproveitam para receber uma paga já que se Deus não precisa, suas "servas" precisam. O Estado às têm como aliadas, já que “orar”, “rezar” e “meditar” é bem mais dócil do que se rebelar e resistir as investidas sobre as pessoas trabalhadoras.

Como adeptas da anarquia, muitas de nós defendemos o ateísmo e entendemos que as religiões são escapes e ilusões que visam mascarar a realidade, deixando-a mais “conformada” ovelhisticamente e suscetíveis a “doações”, “contribuições” ou o nome que dêem a este ato estelionatário de enganar a população em nome de Deus.

Deus existindo, é um ente auto-suficiente e não precisa de nada para existir, logo não é necessário nenhuma forma de altar ou lhe dar dádivas, nem de igrejas, nem paróquias, nem templos, mesquitas ou sinagogas. Mais claro é dizer que o templo de Deus está dentro do próprio homem, uma vez feito a sua imagem, como é pressuposto por algumas religiões. Então para que serve dar oferendas e dinheiro a Deus? Muitos abrem mão do que não tem para cumprir com pactos com o tal Deus, uma piada, já que para esse ser, além de ser auto-suficiente, também é onisciente e sabe de antemão o que acontecerá a cada ser “que criou”.

Veja texto inteiro no jornal anarquista A-Info 78

 

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